sexta-feira, 26 de novembro de 2010

devaneios beaticonguianos


Telhas juntinhas
desenho gradual...
acho que tudo isso,
cobre um lugarzinho chamado de lar.

Quando paramos de se importar tanto com o tempo sentimos mais o vento.

Minha saia está leve e quase transparesce a mente

Colo
mãe, garota, senhora, menina, rebelde, antiquada, madura, mulher...
todos tem um!

Se voce olha no escuro, tudo se apaga
Ao acender a luz do sereno a beleza apaga-se também, e toma lugar o ser...
Lamentar apenas não basta...
lamentar é tão belo...
todos lamentam! entram...
Vale a pena trocar ou só usufruir?

No silencio destas ruas escuras...
me vem tranquilo, a passagem do disco voador...
voa dor!
é tão belo quanto a parabólica de aços dispersos, métricos e sem sentido algum...
paranóia...
tristeza ver os olhos sangrando,
há de ter controle quando se sangra,
saber que se sangra...
todos mes vai sangrar, uma vez a cada mes...

bob dylan me parece meio caipira,
adoro o estilo todo country dele, meio norte americano do sertão mesmo,
chucro.
me parece tudo isso uma coisinha chamada moda-antiga,
pacto social e histórico cultural de seres ultra dimensionários que se passam e passarinho,
passarãum...
bem grandão,
tão grande assim que nem cabe numa gaiola,
bem pequeninhá,
ou ampla como um disco voa dor...
viajar,
é conhecer novos lugares caminhando com seus próprios pés...
like a rolling stone!

peace and love always!


l u
zz
z

sábado, 13 de novembro de 2010

sick

É mesmo verdade que a maior parte dos males que ocorrem ao homens sao provocadas por ele próprio

- Plínio Marcos

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Poema a garota contemporânea

Uma mesa de bar, cigarro enchendo de carência até a boca
o cinzeiro manchado de preto, luz entorpecida, estava em
seu vestido florido, três dedos acima do joelho a sinceridade
e a descrença, aceitou o convite, em volta de toda honestidade
palavras doces, topou um vinho em sua casa, após ficar claro
que poderia ceder algumas palavras, animado estendeu-se
Tenho a oferecer-lhe uma boa conversa, sexo suado, com amor
enquanto o incenso queima, quem sabe até um baseado pra estreitar
sentimentos superficiais, a lua que ainda existe e insiste, as estrelas que
explodem para gerar matéria prima da vida, mas não tinha moto, nem carro,
muito menos carta, então ficou e continuou, o tempo, o silêncio dos dias,
as faixas de pedestre, o tédio, a ânsia, a solidão.

Autor; Thiago Rufino

tecnologia

constantemente me surpreendendo e me conhecendo em mim