terça-feira, 31 de agosto de 2010

à minha querida humanidade

Rótulos, malditos rótulos!
pessoas pensam muito em se encaixar.
em uma frase qualquer,
uma idéia,
um partido,
um contexto,
um romance,
um lance,
um som,
gosto,
um posto.

assim param de pensar, não se permitem também, por si só.
claro que levando totalmente ao pé da letra, isso é impossível. já que somos seres totalmente vulneráveis as circunstâncias e meios em que vivemos. mas, enfim, existem coisas bem crédulas guardadas dentro de cada um, coisas muito consideráveis, viu. que vira e mexe esquecemos de levar em conta. pode parecer tolice compartilhar tudo isso, mas não, prefiro escrever mesmo.
Ah, se soubéssemos por certeza o felling que certas vezes nos direciona para as coisas pode sim ser certo e compartilhado com a certeza de outros. Compartilhado, repito.
sem arrogâncias pro meu lado, nem pro lado de ninguém.
não deixaremos que os rótulos, ou as pequenas diferenças não nos deixem ver o que está bem na nossa frente, o objetivo que também, muitas vezes pode ser o mesmo e nem nos permitimos ver isso. as coisas mais banais podem fazer seres e entidades tão similares se afastem tanto por falta de respeito. falta sim, falta de respeito por todos não serem iguais, serem sim: únicos e preciosos por si só.

Por favor, se permitam acreditar, levar pela força que leva dentro de você mesmo. Seus pensamentos mais profundos, o seu sentir.
Sentir.
não esquecendo de se permitir sentir os outros a sua volta, por que é claro que sentimos e sentimos que eles sentem também, muito! Levaremos em conta então.
me permitindo também, vou estar à me exercitar, cada vez mais.
mais, mais e mais!
Assim, o sorriso largo que invade o nosso rosto chegue a nem caber mais nele!
Grande busca, grande crença humana que levo dentro de mim.
e nós, seres humanos, somos mesmo assim: sempre buscamos mais.
não sou única nisso, creio em todos, creio que você também crê.

Deixe-se abrir, sem medo.
Vamos mundo, LIBERTE-SE!

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